O governo atribuiu a nova regulamentação a “recentes fatos de criminalidade organizada”, e disse que ela também visa a acelerar as deportações por meio de um “processamento migratório especial de carácter sumaríssimo”, de não mais de dois meses.
O decreto, segundo o governo, será aplicados a estrangeiros envolvidos em atos delituosos e que entraram de forma clandestina no país.
A nova norma estabelece que não poderão entrar na Argentina pessoas que apresentem documentação falsa ou omitam informações de antecedentes penais por delitos graves, que vão do tráfico de armas e de pessoas até “atividades terroristas”.(Agência Brasil)